" " NOVA CASTÁLIA: A DEMOCRACIA FARSESCA DE NICOLÁS MADURO

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segunda-feira, 31 de julho de 2017

A DEMOCRACIA FARSESCA DE NICOLÁS MADURO



Na teoria, o regime democrático se define como a participação política de todos os segmentos da sociedade mediante sufrágios periódicos. Isso colocado de maneira bastante simples, significa dizer que todos têm o direito à representatividade. Logo, em uma sociedade democrática, aquilo que geralmente definimos como direita e esquerda tem iguais oportunidades.

Mas o conceito de democracia, às vezes, se deturpa. Por exemplo, Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, entende que é democrático entregar os 545 assentos da Assembleia Constituinte a membros do partido socialista e seus asseclas.

A oposição afirma que, na realidade, trata-se de uma ditadura. E se pensarmos direito, de fato é.

Nas recentes manifestações contra o regime autoritário bolivariano o número de mortos já chega a 120. Desde Hugo Chávez até Nicolás Maduro, a Venezuela vem passando por constantes golpes que acontecem com a camuflagem de eleições farsescas. Tudo se compõe de mentiras institucionalizadas.

Os Estados Unidos estudam impor sanções. Isso o que significará? Considerando a estrutura de poder montada pela esquerda latino-americana na Venezuela, provavelmente um processo de ainda maior cubanização. Dificilmente o partido de Maduro aceitará uma sociedade verdadeiramente democrática novamente.

Enquanto isso, nossos hermanos venezuelanos continuarão derramando seu sangue lamentavelmente.

Gabriel Santamaria é autor de O Evangelho dos Loucos (romance), No Tempo dos Segredos (romance), Assim Morre a Inocência (contos), Destino Navegante (Poemas), Para Ler no Caminho (Mensagens e Crônicas).


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